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Escrito por Terra Cabinda   
Segunda, 21 Março 2016 00:46

Cabinda Novamente no Cruzamento do Regime Angolano do MPLA

Mais uma vez, as forças armadas e de segurança angolanas têm estado a concentrar o seu poder militar no norte de Cabinda, ocupado ilegalmente, no estilo agressivo e espectacular conhecido, peculiar para um regime que afirma estar em controlo do território de Cabinda, com paz e um pacificador regional, que abraça a democracia.

De acordo com fontes bem informadas, o regime do MPLA, partido no poder em Angola desde a independência em 1975, está-se preparando para criar outra instabilidade na região da África Central em busca de três aspectos, supostamente, para garantir a sobrevivência do regime face a rápida degradação da perspectiva económica de Angola e a incerteza política nos países vizinhos de Cabinda, República Democrática do Congo (Kinshasa) e República do Congo (Brazzaville), como segue:

- Primeiro, para silenciar, golpear, subjugar e concluir a onda de assassinatos às crescentes vozes de descontentamento e rejeição da ocupação e anexação de Cabinda pela Angola, e perseguição dos Combatentes pela Liberdade de Cabinda, embora as autoridades angolanas tenham feito declarações públicas sobre a inexistência de qualquer tipo de resistência ou de guerra no território de Cabinda.

Na verdade, o regime do MPLA está-se preparando para causar uma série de estragos projectados para sufocar a resistência Cabindense e dissidentes, tanto dentro do território como no exterior - nomeadamente, os dois países vizinhos de Cabinda: Congo Brazzaville e Congo Kinshasa, onde de forma descarada o regime do MPLA vem cometendo assassinatos políticos contra refugiados Cabindas ali estabelecidos há muito tempo, desde a resistência colonial Portuguesa de Cabinda, e também de refugiados resultantes do êxodo e sucessivas ondas de refugiados Cabindas criadas pela brutalidade do MPLA e do seu regime desde a ocupação e anexação de Cabinda.

- Segundo, para lembrar aos regimes que ajudaram instalar no poder nos dois Congo (Brazzaville e Kinshasa) e os povos destes países que resistem ao seu papel de controlo que o regime angolano do MPLA ainda é o mestre da situação e a qualquer momento pode voltar a atacar se qualquer tentativa de resistir ou livrar-se do seu controlo for percebida.

- Terceiro, o regime do MPLA pretende, com este movimento, criar a instabilidade na região da África Central e, assim, trazer a bordo e sob seu controlo todo o povo angolano, explorando um suposto sentimento patriótico para desviar a atenção do povo angolano das condições difíceis em que vivem, que estão piorando e se tornando insuportáveis desde a queda do 'preço do baril de petróleo ", embora durante o boom petrolífero os cidadãos comuns não tenham beneficiado disso.

A situação é de grande preocupação não só para o povo de Cabinda, mas também para a comunidade internacional devido à sua magnitude. Portanto, a comunidade internacional tem o dever moral de agir e evitar esse tipo de comportamento, e tomar as agravações do regime angolano do MPLA a sério. Os povos estão intitulados ao direito de pensar, falar e dispor de si mesmos e não devem ser abandonados à mercê de um regime que lhes oprime impiedosamente. É tempo de travar, em África, o remanescente do colonialismo e do comunismo - chamado regime do MPLA, em Angola, para o alívio do povo de Cabinda e de todos os outros povos vítimas desse regime.

Quanto ao povo de Cabinda, onde quer que estiver, é importante reflectir sobre o sofrimento do nosso povo e abster-se de todas as declarações ou promessas irrelevantes e controvérsias inúteis, porque prejudica não só o povo de Cabinda e sua causa, mas também faz com que aqueles que abraçam tais práticas sejam cada vez mais irrelevantes para qualquer préstimo a Cabinda ou para a comunidade internacional, porque minam a concentração de forças Cabindesas e o envolvimento grandemente desejado da comunidade internacional para uma solução pacífica da questão de Cabinda. Isto, numa altura em que Angola enfrenta dificuldades para estabelecer-se em linha com as normas internacionais e empurra-se ao isolamento no cenário internacional devido às suas tácticas de astúcia e crueldade não só para com o povo de Cabinda, mas também para os povos vizinhos de Cabinda bem como a outros povos africanos e, também o seu próprio povo em Angola.

O povo de Cabinda está afligido mas não desesperado e olha para o mundo livre e pergunta se este mundo pode realmente ser livre para todos incluindo Cabinda ou alguns são condenados a suportar o jugo estrangeiro, como no seu caso de Angola?

A busca de uma resposta para esta questão  bem de outras de interesse no estabelecimento de um consenso nacional para avançar a perspectiva de uma solução duradoira para a devolução do direito de auto -determinação ao povo de Cabinda deve ser o que motiva cada Cabindês na sua abordagem às instituições internacionais, média e personalidades renomadas e respeitáveis como missão no sentido de encontrar ajuda e atrair a comunidade internacional para aliviar o jugo do povo de Cabinda, e não declarações, súplicas ou promessas inúteis, contraditórias e inflamatórias que só podem abrir, consciente ou inconscientemente, o caminho ao regime do MPLA para justificar o que é injustificável ao mesmo tempo que continua a causar mais sofrimento ao povo de Cabinda com impunidade.

Viva Cabinda

Actualizado em Sexta, 25 Março 2016 11:48
 

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